Algum tempo passou desde a última vez que aqui escrevi... fui jogando alguns jogos (não tantos quanto o desejava) e comprando algumas consolas.
Estávamos no início de 2009 quando me decidi a comprar a PS3 Fat 80 GB (ainda a mesma custava 400€ em Portugal) e aproveitando uma baixa da Libra, com uma promoção pós natal da Amazon.co.uk aproveitei e comprei a PS3.
A mesma veio com os jogos Prince of Persia (que trocaria por preferir jogar o mesmo na X360), MotorStorm: Pacific Rift e a grande razão para a compra da consola Little Big Planet.
Primeiras opiniões sobre a consola, o interface por comparação com o da X360 perde e por muito, a integração online só se gosta dela por comparação com a Wii ou por ser gratuíto.
Ponto muito positivo o leitor de Blu-Ray tem uma qualidade que me deixou surpreendido... o que desde logo obrigou a comprar um LCD para o escritório onde jogo e tenho as consolas ligadas.
Outra coisa que não gostei, foi dos Trophies (troféus) uma imitação mal amanhada dos Achievments da X360. Como não quiserem usar um esquema de pontuação comparável até para não parecer demasiado imitação... a comparabilidade entre os diversos jogadores suscita sempre algumas dúvidas. Ex: Um jogador de nível 5, tem muito menos pontos que um de nível 12, e muito menos de metade pois a escala não é proporcional....
Em todo o caso é bem melhor do que não ter nada :) como a Wii.
Quanto aos jogos:
Little Big Planet, é muito fofo, grande jogabilidade e lembre muito um jogo de plataformas em 2D com interacções com um cenário 3D. Servido com uma música viciante e altamente repetitiva mas que fica na memória (como se quer num jogo destes).
Curiosamente foi um dos jogos que menos joguei, talvez por o ter emprestado à demasiado tempo. É no entanto um dos jogos obrigatórios desta consola. 9/10
MotorStorm Pacific Rift, este gostei bastante.... talvez até por não conhecer a série. Trata-se de corridas outdoor, muito jipe e saltos na sua versão arcade. Com gráficos desta geração é um jogo muito competente e que diverte. 8/10
Depois de ter acabado de jogar o primeiro e o segundo nível, deixo aqui as primeiras impressões deste grande jogo de Natal. O jogo não é mais que a continuação demo disponível para download. Eu adorei a demo, gostei do ambiente, gostei do grafismo, gostei da câmara, e achei o jogo muito diferente dos outros jogos. O jogo é basicamente dois tipos de secções, partes onde estamos a fugir e por isso temos de correr mais pensar menos e agir depressa. E outras secções onde o nosso trabalho é perceber onde temos de fazer os saltos e por onde temos de seguir. Tem também uma secção de perseguição que não é mais que igual a fugir mas ao contrário ;)
O colorido do jogo, misturado com a música resulta muito bem, e é um jogo que me descontrai bastante a jogar. Ao preço de promoções em Inglaterra foi uma excelente compra. Mas é como disse a demo é excelente e dá para perceber se queremos mais ou não. Muito o estilo de jogo try/fail/repeat... Podia ser realmente melhor porque com este motor podia-se fazer algo de mais complexo. Mas é como disse eu estou a gostar bastante.
Last thing... acho que é um jogo de verão... A sensação de frio está para mim presente no jogo. Este jogo perde-se mais uma vez na série de jogos excelentes que tem saído nesta época. Ainda por cima tem um ambiente refrescante... logo seria excelente para lançar no Verão.
Desde o dia que recebi este jogo, que deixei de jogar todos os outros. Nunca fui particularmente um fan da saga GTA, sempre achei que era daqueles jogos porreiros para o pessoal que nada tem para fazer, e que joga um GTA porque é cool, porque é proibido ou porque lhe apetece irritar alguém. São jogos que demoram bastante a acabar e cuja componente sandbox se sobrepõe ao jogo. Da PS2 apenas joguei o GTA Vice City, porque o facto de se passar em Miami e nos anos 80 lhe deu o charme que procurava num jogo. Desde a banda sonora ao ambiente gostava de tudo naquele jogo... no entanto e por apenas o ter jogado numas férias no ano de 2004 fez com que não o tendo acabado durante as férias, nunca mais o tivesse acabado mais tarde... pois havia sempre algum jogo que lhe passava à frente. Mas na memória ficou-me a banda sonora o nascer do sol em Miami ao som de Michel Jackson e outros tantos. Já quando saiu o San Andreas... aquela componente mais rpg no sentido de construção da personagem não me deixou fascinado, e L.A. não é Miami... e não vi nada de novo que justificasse a aquisição do mesmo. Mais tarde compreio barato para a XBox, mas nunca lhe toquei que não fosse para o experimentar. (Se alguém o quiser comprar vendo bem barato ou troco por jogos para outras plataformas)
Mas com o GTA 4, tudo foi diferente. Primeiro os teasers que revelavam um grafismo nunca visto, depois a música dos mesmos... épica como deve ser a música de um trailer, mas ao mesmo tempo memorável.
Depois resisti ao pre-order para ver as reviews... asneira... levava 100 por todo o lado e andou esgotado uma semana em tudo quanto é loja UK. Um dia, num espaço de minuto a Game tinha o jogo e não perdoei. Chegou no dia 13 Maio de 2008 e hoje... passados 39 dias de jogo (ou seja apenas não o joguei num FdS que estive fora) posso dizer que acabei a primeira obra da "Next Generation". (uma nota nota mais uma vez para o preço dos jogos em Portugal este jogo custa novo lá fora 45-50€, cá custa 75€.... A diferença do IVA em Portugal para Inglaterra é de 3.5%... tirem as vossas conclusões e comprem o jogo lá fora)
Lembro-me ainda bem de ver que as letras da caixa do GTA IV tem um relevo que as fotografias não transparecem, e de olhar para o mapa da cidade... com aquele ar... será que o vou decorar? Mas é ai que a genialidade da Rockstar se manifesta. O mapa não está todo disponível de início, vão-se fazendo missões e aos poucos e poucos vão-se abrindo novas zonas, onde por norma são as restante missões. Isso permite-nos ir decorando o mapa quase sem dar por isso. Outra coisa fascinante... é que Manhattan não está logo disponível de inicio... só após umas horas de jogo fica disponível. Para quem conhece NY, este é um momento de revisitar a parte mais conhecida da cidade. As primeiras impressões do jogo são muito positivas, ao usarem o motor de jogo para as cutscenes torna o jogo muito mais como uma peça onde se parece que se esta dentro de um filme. A scene camera também ajuda. Depois vem a já conhecida história da chegada do nosso heroi Nicko Belic à cidade onde desde logo percebe que sonho americano que o seu primo Roman lhe vendia era uma simples ilusão, e que o mesmo vivia numa "pocilga" e que as únicas mulheres que tinha eram os posters rasgados de uma parede. Depois é um suceder de missões onde vamos desbloqueando a ilha, novas armas, novos amigos tudo bem ao jeito dos anteriores GTA's. Como sempre o jogo tem uma componente de liberdade (sandbox) elevado, e podemos ter os nossos encontros, ver os nossos shows, fazer umas corridas, dar passeios ou simplesmente passear pela cidade. Cidade essa que é a grande novidade do jogo. Liberty City é uma cópia parcial de Nova Iorque mas que respira vida. Esse é o facto mais genial deste jogo. Existem pessoas às mais diversas horas nos mais diversos locais com comportamentos que nos confundem por parecerem tão reais. O transito das horas de ponta, abrirem os chapéus quando chove, as conversas dos bares, são tantos os pormenores que se vão descobrindo que se confunde a realidade com o jogo. Aqui nota-se um salto gigantesco no universo GTA, Liberty City é gigante, após acabar o jogo não conheco ainda todas as ruas, mas cada vez que passei de helicoptero ou cada vez que doi uma passeio de barco dou por mim a pensar que devia ir ali porque me parece um bom sitio onde ainda não estive. Tem-se a sencação que ainda não se foi a todos os restaurante ou se existem mais bares de strip :) E onde andam as nossas profissionais da noite? Haverá algumas em Central Park? A banda sonora é competente sem chegar ao nível de Vice City, falta uma rádio de musica clássica e mais na onde Jazz... em todo o caso tem Jean Michel Jarre! O replay das missões também está mais fácil face aos jogos anteriores, recebemos um SMS cada vez que falhamos uma missão permitindo recomecar a mesma sem ter de recomecar tudo de novo. As cutscenes podem ser passadas com o botão A caso já as tenhamos visto. A história é empolgante, sem ser genial. É o melhor que se pode fazer quando temos de fazer um argumento linear. Ao fim ao cabo, as nossas acções pouco influenciam o decorrer do jogo. O mesmo tem uma rotina linear pois não é um rpg. As missões tem bastante diversidade, mas claro que existem algumas semelhantes a jogos anteriores... o que acho normal... pois a vida de um "mafioso" não tem assim muitas variantes. Da mesma forma "Sopranos" tem pontos de contacto com o "Padrinho". A versão X360 sofre de algum efeito de pop-up mas nada de muito importante. O facto do jogo estar a correr em streaming ajuda a que isso acontece. A nível gráfico não tenho nada a apontar que não seja genial. A chuva, o nascer do sol, o mar, o tamanho da cidade onde parece que os padrões nunca se replicam, a expressão facial, tudo é do melhor que esta geração tem para oferecer. Se esperam um jogo para comprar uma next gen console... é este que devem experimentar. Para o fim fica o online que experimentei pouco, mas que gostei da experiência. Não é o género de jogo que se jogue muito online, mas tem alguns modos interessantes que merecem que se perca algum tempo com os mesmos.
Em suma... ao fim de 39 dias acabei a obra prima da RockStar e fico à espera do conteudo exclusivo para a X360 a sair no início de 2009. Como jogo já disse tudo, só pode melhorar quando pudermos entrar em todos os prédios, em todos os bares, em todo o lado. Mas isso possívelmente obrigará a cedências no grafismo e na diversidade. Talvez numa próxima geração.
Este é o jogo que me entretem na última semana... E que jogão se trata. Continuo numa de bem comportado... e em vez de experimentar o ep.1/ep.2/Portal/Team Fortress... decidi de uma vez por todas completar o HL2. Comprei o jogo no PC aquando da sua saída à três anos, mas porque me decidi a experimentar o Counter Strike:Sourcee e mais tarde o Day of Defeat:Source... acabei por nunca jogar HL2. Mais tarde experimentei o mesmo na Xbox original... mas não era o timing certo ainda para o jogar. Este natal ao ver o meu sobrinho a jogar o mesmo na X360... fiquei logo com o jogo debaixo de olho. Half Life 2, é um fps calmo com história decente, mas onde volta e meia surgem pequenos puzzles para irmos resolvendo. O grafismo ainda hoje impressiona passados três anos, uma excelente água, médias secções de veículos, uma animação labial única. Fazem deste jogo uma obra prima que deve ser jogada por todos aqueles que gostam de um bom (talvez o melhor) fps de sempre. Os níveis são longos e variados, e tornam este jogo uma compra obrigatória na x360 (cuidado porque a versão PS3 está mais fraca). De brinde recebe-se apenas os dois episódios seguintes da aventura, um bom jogo online (team fortress) e a novidade do ano: Portal. Assim que os jogue escreverei por aqui. Até lá... Half Life 2.... 10/10.
Acabei no dia 14/1 o jogo mais vendido este natal em muito lado. Call of Duty 4 para a X360, passa a ser o 3º Jogo que acabei na consola. (após Halo 3 e Gears of War) Não deixa de ser uma novidade para mim o facto de até agora ter acabado todos os jogos que comprei para a mesma. Sinal da qualidade dos mesmos, ou o hype de uma novo consola apenas o tempo o dirá. Mas no entanto já não me lembro de acabar 3 jogos à muitos anos.
Call of Duty 4, foi uma compra deste natal na loja se que tornou a minha referência para compras. Comprado na Game.co.uk por cerca de 40€, COD 4 deixa as já clássicas batalhas da 2ª guerra mundial para um novo cenário de guerra actual. Passado na ásia, russia e num país árabe o jogo desde o início que surpreende pela sua qualidade gráfica e pelo número de adversários em constante movimento. Tal como numa guerra, confundem-se muitas vezes os inimigos com os nossos parceiros, e muitas foram as vezes que tive de recomeçar uma secção por causa de não existir "friendly fire". O jogo não é muito longo (umas 6 horas para o pessoal mais batido, eu parece-me que durou umas 8 horas), mas tem alguns cenários e missões excelentes cuja duração me parece sempre mais curta do que o necessário. Sempre que comecamos a conhecer a "paisagem" acaba o nível. Não era nada difícil prolongar as missões.... Já que os mapas já estavam programados. Os cenários são bastante variados, bem como as missões. Contamos com um bom apoio por parte da nossa team, e por vezes nos níveis iniciais quase que temos a sensação que se não fizermos nada o jogo vai avançando... Mas lá mais para a frente tudo se modifica. A história... o eternos bons contra os maus... nada de especial. Uma americanice... O jogo tem uma componente online que não experimentei por ter mudado de jogo, mas que toda a comunidade x360 elogia.
Resumindo, bom jogo. Se gostam de um fps de guerra, para testar os vossos reflexos é uma boa escolha. 8.5/10 No entanto fica atrás dos clássicos Halo 3 e Gears of War.
BTW... GoW ainda volto a ele volta e meia... já acabei os dois primeiros níveis no nível de dificuldade hardcore...
É o meu primeiro jogo de carros na Xbox 360, tratando-se do género de jogo que mais jogo desde à anos, posso dizer que conheço quase todas as pérolas deste segmento de mercado.
Graficamente é excelente, alguma variedade de pistas (8 cidades) várias condições climatéricas, publico animado. O gameplay é mais arcade que o Gran Turismo e menos realista que o Forza. Mas lá por ser arcade não é o burnout. Uma boa definição do jogo é para mim compara-lo ao ridge racer. É do genero do ridge racer, mas é tudo aquilo que este queria ser e nunca foi. Os carros curvam bem, e a adição das motas é muito bem feita. O dominio do jogo é quase imediato para quem está habituado ao pad X360 (em que o acelarador e travão são excelentes). A música divide-me pois se é interessante ouvir musica classica durante uma corrida, existe por lá muita música horrível. Pode-se dizer que tem músicas para todo o gosto, passando como disse pela música clássica, jazz, hip-hop, tecno etc. No entanto o exclusivo dos prodigy prometia claramente mais. Tem uma excelente opção de podermos ouvir a nossa música enquanto jogamos. (como quase todos os da x360) Não gosto do facto do replay de uma corrida obrigar a reloads... cujos ecrans estão feios e obrigam-nos a ler a palavra de loading, quando podiam por exemplo estar a passar as nossas fotos. Excelente modo de repetição de corridas, com possibilidade de tirar fotos para as publicar online. Online: Gosto, mas até agora e com cinco dias de jogo não tenho visto muita gente a jogar. Não é intuitivo ver onde anda mais pessoal.
Embora a nota não seja ainda final... neste momento dou um 8/10 ao jogo, à medida que o for completando poderei vir aqui editar esta opinião.
Recomendação final: Comprem se o que procuram é arcade do bom, grafismo como nunca visto. Mas não esperem nada de muito original... já que parece que dentro do estilo tudo já foi inventado.
Não liguei muito a este jogo, até que comecei a ler umas opiniões sobre em diversos foruns da net. Se as reviews não eram as melhores.... achei estranho encontrar tantas opiniões positivas sobre o mesmo. Desde sempre que um dos géneros que mais me agrada, são os jogos de carros, desde os mais arcade aos mais realistas (simuladores). Gran Turismo, Forza Motorsports e BurnOut estão na minha colecção de jogos da geração anterior. Pelo seu preço (50€) decidi arriscar a sua compra.... (não é todos os dias que um jogo em Portugal é mais barato que nas lojas online) Vamos então à critica:
Trata-se de um jogo puramente arcade, se procuram realismo esta é altura para deixarem de ler. Uma das diferenças para um jogo normal é que o objectivo não é ganhar a corrida mas sim ganhar estrelas.... que se ganham fazendo truques durante a corrida. Podemos ganhar estrelas, fazendo truques durante os saldos, batendo no carro dos concorrentes, correndo por entre obstáculos, fazendo curvas em slide, chegando nos primeiros lugares, entre outras formas. Por esta razão nem sempre é necessário chegar em primeiro para desbloquear as pistas seguintes. Apenas temos de ultrapassar um determinado número de estrelas por corrida. Claro que a tentação de chegar em primeiro é mais forte e isso leva-nos a jogar sempre para ganhar. O modo de comando é que torna este jogo diferente do normal, joga-se com o Wii Mote na horizontal a fazer de volante. Os botões 1 e 2 são o travão e o acelarador respectivamente. Ficado o pad direccional para truques e o habitual turbo. O turbo é o normal.... pode-se ligar, mas sobreaquece. O que obriga a dosear o seu uso. (excepto sobre a água onde é sempre a abrir). Quanto aos gráficos, o habitual para a Wii. Melhores que os da GameCube, mas claro inferiores aos da XB360 e PS3. O jogo corre sempre a 60 frames, com uma velocidade de arrepiar e a linha do horizonte é extensa. Alguns bons efeitos de neve, e de água. Longevidade, é o pior para os hardcore gamers. Deve ter umas 20 pistas que temos de jogar em níveis de dificuldade. Vários carros de bonus... mas aqui nada de novo. Uma das coisas que aumenta grandemente a longevidade é o facto de voltarmos para trás para obter a nota S em cada corrida, e o facto do tracado das mesmas ser muito variável e permitir que façamos a nossa corrida por milhentas rotas, sempre variáveis ao nosso gosto. As pistas tem limites (umas paredes invisíveis com setas que vemos nos videos) mas dão-nos muita flexibilidade para inventar rotas....
Não tem ligação à net, mas tem um modo multiplayer apenas para dois jogadores. Som.... não gosto muito da banda sonora do jogo... mas tem uma grande vantagem que é permitir o uso de uma banda sonora personalizada através do sd-card. Não aguentei mais de um dia e comprei um cartão de 1GB por 9.90€. Devo dizer que já experimentei correr ao som dos mais diversos estilos, e até agora New Order rula.
O modo de comando é bom, mas não lhe dou uma melhor nota porque comprei o Wii Drive para jogar este jogo (um simples volante de plástico onde o Wii Mote encaixa na perfeição). Ao fim de jogar mais de uma hora os pulsos doem-me por estar a virar o volante no ar. No entanto a experiência é bastante boa e muito superior ao modo normal de jogar estes jogos. Rápido e preciso na resposta.
Nota final: 8.5/10 Pontos Negativos: Longevidade, Banda Sonora, Online Pontos Positivos: Excelente modo de controle,
Wii Drive: Existem outras alternativas no mercado (nomeadamente uma volante da logitech (salvo erro) que vi na Fnac e custava menos 3€ (ficava por 17€) na altura não o comprei porque não era completo (não fazia o circulo todo de um volante), mas este que comprei tem um defeito de não ter borracha à sua volta para melhor aderir. Para pessoas que suem muito pode-se tornar complicado.
O efeito surpresa
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O mundo dos videojogos é muito peculiar porque a surpresa é um dos
catalisadores da sua evolução e, no entanto, este elemento poderoso poucas
vezes aparece...
10+ PlayStation 2 – #8 Psychonauts.
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Ninguém ousa citar os méritos de Grim Fandango ou The Secret of Monkey
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